21 de setembro de 2011

Romantismo no Brasil

Onde:
No Brasil, o momento histórico em que ocorre o Romantismo tem que ser visto a partir das últimas produções árcades, caracterizadas pela satírica política de Gonzaga e Silva Alvarenga, bem como as idéias de autonomia comuns naquela época. 

Quando:
Em 1808, com a chegada da corte, o Rio de Janeiro passa por um processo de urbanização, tornando-se um campo propício à divulgação das novas influências européias; a Colônia caminhava no rumo da independência.
Após 1822, cresce no Brasil independente o sentimento de nacionalismo, busca-se o passado histórico, exalta-se a natureza da pátria; na realidade, características já cultivadas na Europa e que se encaixavam perfeitamente à necessidade brasileira de ofuscar profundas crises sociais, financeiras e econômicas.

Características:
Um dos fatos mais importantes do Romantismo foi a criação de um novo público, uma vez que a literatura torna-se mais popular, o que não acontecia com os estilos de época de características clássicas. Surge o romance , forma mais acessível de manifestação literária; o teatro ganha novo impulso, abandonando as formas clássicas. Com a vinda da família real, a imprensa passa a existir no Brasil e, com ela, os folhetins, que desempenharam importante papel no desenvolvimento no romance romântico.

Gonçalves Dias

Principais nomes do Romantismo:

Casimiro de Abreu

Poeta brasileiro, Casimiro José Marques de Abreu nasceu em São João da Barra, no estado do Rio, em 4 de janeiro de 1837. Poeta de grande inspiração, seus versos ainda hoje apreciados, lidos com admiração. “As Primaveras”, sua coletânea de poemas, ainda continua agradando ao grande público, e as edições sucedendo. Faleceu a 19 de outubro de 1860, com a idade de 23 anos.

José Martiniano de Alencar

Foi bacharel em direito, jornalista, professor, crítico, teatrólogo e Poeta. Escreveu sobre o pseudônimo de IG, em 1856, as “Cartas sobre a Confederação dos Tamoios”. É considerado o fundador do romance brasileiro, já que no Brasil foi o primeiro a dar ao país um verdadeiro estilo literário. Sua obra está repleta de um nacionalismo vibrante, toda ela escrita numa tentativa de nacionalismo puro, numa temática nova, muito brasileira. Publicou :

“O Guarani”, “Iracema”, “Ubirajara”, “As Minas de Prata”, “O Garatuja”, “O Ermitão da Glória”, “Lucíola”, “A Pata da Gazela”,  “O Gaúcho”, “O Tronco do Ipê”, “O Sertanejo” e muitos outros. Faleceu em 1877.

Antônio Frederico Castro Alves

Nasceu na Bahia, em 1847. É considerado um dos maiores poetas brasileiros. Em 1863, começou a participar da campanha abolicionista, escrevendo em um jornal acadêmico seus primeiros versos em defesa da abolição da escravatura: “A Canção do Africano”. Castro Alves participou ativamente das inquietações de espírito, da agitação poética e patriota e das lutas liberais que empolgavam sua geração. Em 1868 transferiu-se do Rio de Janeiro para São Paulo, onde continuou sua campanha abolicionista, declamando seus poemas antiescravista em praça pública. Foi acometido de tuberculose e um acidente ocorrido em uma caçada acabou por consumi-lo. Faleceu em 6 de junho de 1871. Deixou vasta bagagem literária, entre artigos, poesias, etc. “A Cachoeira de Paulo Afonso”, “A Revolução de Minas” ou “Gonzaga”, drama e o livro “Espumas Flutuantes”.

Manuel Antônio Álvares de Azevedo

Poeta brasileiro nascido em São Paulo, a 12 de setembro de 1831. “Lira dos Vinte Anos” é o título de sua obra principal, deixada inédita e publicada após a sua morte ocorrida em dez de março de 1852, no Rio de Janeiro. Escreveu ainda “A Noite na Taverna”, livro de contos, e mais “Conde Lopo”, um Drama, incompleto, aliás. Deixou também traduções e comentários críticos.

Antônio Gonçalves Dias

Poeta brasileiro, nasceu no estado do Maranhão, a 10 de agosto de 1823. Em 1840 foi estudar direito em Portugal, no Colégio de Artes, e foi lá que escreveu sua famosa “Canção do Exílio”. Já formado, embarcou para o Brasil, onde permaneceu muitos anos. Em 1847, lançou           “Os Primeiros Cantos” e, 1848, “Os Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão”. Em 1849, foi nomeado professor de latim e História do Brasil no Colégio Pedro II. Em 1851, foram publicados os “Últimos Cantos”. Em 1862, bastante enfermo , embarcou para Europa. Em 1864, voltando ao Brasil, faleceu em um naufrágio. Gonçalves Dias é o patrono da cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras.

Joaquim Manuel Macedo

Romancista, poeta e jornalista brasileiro, nasceu em 1820 e faleceu no Rio de Janeiro em 1882. Pode ser considerado um dos pioneiros do romance no Brasil. Seu primeiro romance “A Moreninha”, lançado em 1844, até hoje é sucesso. Foi médico, professor, deputado da Assembléia Provincial e deputado federal. Escreveu também  “O Forasteiro”, “O Moço Louro”, “Os Dois Amores”, “O Culto do Dever”, “A Namoradeira”, e outras obras. É patrono da cadeira nº 20 da Academia Brasileira de Letras.

Bernardo Joaquim da Silva Guimarães

Jornalista, professor, crítico e poeta, nasceu em Ouro Preto, em 1825. Formado em Direito, viveu a atmosfera romântica da época. Estreou com um livro de versos “Contos da Solidão” em 1852, ao qual se seguiram “Poesias”, “Folhas de Outono” e “Novas Poesias”. Bernardo Guimarães foi um dos iniciadores do regionalismo romântico com a publicação de “O Ermitão de Muquém”, lançado em 1869. Abrangendo o tema da escravidão, escreveu “Escrava Isaura” e ainda  “O Garimpeiro”, e “O Seminarista”. Morreu em 1884.

29 de agosto de 2011

TEATRO NA ESCOLA

Nome da peça: Dividindo eu
Tema: Síndrome Alienação Parental

 Eu gostei muito da peça, achei um tema muito importante para o mundo de hoje.
Eu acho que essa peça é um tema muito bom de se abordar, pois quantas crianças e adolescentes tem a vida turbulada pelos pais que se separam.
Eu já passei por isso, faz um tempo, quando meus pais se separaram.
Mais enfim, os pais tem que resolverem seus problemas numa boa, sem colocar os filhos no meio.
Achei os atores maravilhosos, muito bem preparados, fiquei emocionada com a peça, pois me lembrou muito quando meus pais se separaram.
O figurino estava muito bom.







6 de julho de 2011

Pronome - Eu

Amar Não É Pecado
Luan Santana

Eu não sei de onde vem
Essa força que me leva pra você,
Eu só sei que faz bem,
Mas confesso que no fundo eu duvidei.

Tive medo, em segredo,
Guardei o sentimento e me sufoquei.
Mas agora é a hora,
Vou gritar pra todo mundo de uma vez...

Eu tô apaixonado,
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer.

Amar não é pecado
E se eu tiver errado,
Que se dane o mundo,
Eu só quero você.


http://letras.terra.com.br/luan-santana/1792572/

29 de junho de 2011

Minha reportagem

Sinte e Gered não concordam com relação aos números da greve em Joinville

 

Para sindicato, 45% dos professores estão em greve. Secretaria diz que são só 30%

Em Joinville, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte) e Gerência Regional de Educação (Gered) divergem nos números de professores que continuam em greve.

No total, 2.370 profissionais atuam no ensino estadual na cidade mais populosa do Estado e, conforme a Secretaria de Educação, 711 continuam de braços cruzados, o que corresponde a 30% do total.

O número é um pouco superior ao divulgado na segunda-feira, quando o balanço registrava 695 professores paralisados. Já o Sinte afirma que 45% dos profissionais que começaram a greve continuam fora das salas de aula. A adesão inicial era de cerca de 50%.

A gerente regional Heliete Steingräber acredita que o número de professores que estão em greve deve cair nos próximos dias.

— Estamos preocupados com o comprometimento do ano letivo, caso a paralisação continue —, diz. Ela pede que os alunos retornem para as escolas e avisa que as unidades já estão trabalhando com esquemas de reposição de aulas.

Para a coordenadora do sindicato, Clarice Erhardt, o fim da paralisação está nas mãos do governo, que ainda não fez uma proposta que venha de acordo com o que a classe está buscando. Ela afirma que os professores estão preocupados em não comprometer o ano escolar dos alunos, mas que cabe ao Executivo estadual dar condições para que os dias letivos previstos em lei sejam cumpridos.

Esta também é uma das preocupações dos alunos que estão com aulas suspensas por causa da greve. Uma estudante de 16 anos que está no último ano do ensino médio teme não conseguir fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou vestibular no final do ano por causa da paralisação. Ela tem 13 professores e quatro continuam fora das salas de aula.

—  Estou esperando pela reposição das aulas —, diz.

Situação semelhante vive um aluno de 15 anos. Ele estuda no primeiro ano do ensino médio, e dos 11 professores que dão aula para ele, quatro continuam parados.

— Pelo que soubemos, vamos ter uma aula a mais por dia para repor as aulas e as duas semanas de férias vão ser divididas em dois meses —, conta.

Segundo ele, algumas turmas estão sem aula nas sextas-feiras porque foi feito um remanejamento na carga horária dos outros dias, para que todos os períodos sejam preenchidos.

Minha opinião:

Eu realmente acho que os professores não estão certos em fazer essa greve, poxa vida quem sai prejudicado somos nós alunos que estamos perdendo muitos assuntos e matérias e podemos até perder nossas férias.
Fico muito triste por causa da greve, espero que acabe logo. 
 
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3370320.xml