29 de junho de 2011

Minha reportagem

Sinte e Gered não concordam com relação aos números da greve em Joinville

 

Para sindicato, 45% dos professores estão em greve. Secretaria diz que são só 30%

Em Joinville, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte) e Gerência Regional de Educação (Gered) divergem nos números de professores que continuam em greve.

No total, 2.370 profissionais atuam no ensino estadual na cidade mais populosa do Estado e, conforme a Secretaria de Educação, 711 continuam de braços cruzados, o que corresponde a 30% do total.

O número é um pouco superior ao divulgado na segunda-feira, quando o balanço registrava 695 professores paralisados. Já o Sinte afirma que 45% dos profissionais que começaram a greve continuam fora das salas de aula. A adesão inicial era de cerca de 50%.

A gerente regional Heliete Steingräber acredita que o número de professores que estão em greve deve cair nos próximos dias.

— Estamos preocupados com o comprometimento do ano letivo, caso a paralisação continue —, diz. Ela pede que os alunos retornem para as escolas e avisa que as unidades já estão trabalhando com esquemas de reposição de aulas.

Para a coordenadora do sindicato, Clarice Erhardt, o fim da paralisação está nas mãos do governo, que ainda não fez uma proposta que venha de acordo com o que a classe está buscando. Ela afirma que os professores estão preocupados em não comprometer o ano escolar dos alunos, mas que cabe ao Executivo estadual dar condições para que os dias letivos previstos em lei sejam cumpridos.

Esta também é uma das preocupações dos alunos que estão com aulas suspensas por causa da greve. Uma estudante de 16 anos que está no último ano do ensino médio teme não conseguir fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou vestibular no final do ano por causa da paralisação. Ela tem 13 professores e quatro continuam fora das salas de aula.

—  Estou esperando pela reposição das aulas —, diz.

Situação semelhante vive um aluno de 15 anos. Ele estuda no primeiro ano do ensino médio, e dos 11 professores que dão aula para ele, quatro continuam parados.

— Pelo que soubemos, vamos ter uma aula a mais por dia para repor as aulas e as duas semanas de férias vão ser divididas em dois meses —, conta.

Segundo ele, algumas turmas estão sem aula nas sextas-feiras porque foi feito um remanejamento na carga horária dos outros dias, para que todos os períodos sejam preenchidos.

Minha opinião:

Eu realmente acho que os professores não estão certos em fazer essa greve, poxa vida quem sai prejudicado somos nós alunos que estamos perdendo muitos assuntos e matérias e podemos até perder nossas férias.
Fico muito triste por causa da greve, espero que acabe logo. 
 
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3370320.xml

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